Prefeitura realiza ações de combate ao Aedes aegypti em 50 locais de Guarulhos

A Prefeitura de Guarulhos realizou, entre os dias 3 e 7 de agosto, ações de combate ao mosquito *Aedes aegypti* em 50 locais do município. O inseto é responsável pela transmissão de doenças como dengue, Zika e chikungunya.

As atividades foram conduzidas por agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e incluíram bloqueios para eliminação mecânica de criadouros, Avaliação de Densidade Larvária (ADL), fiscalização de pontos estratégicos e atendimento a denúncias de possíveis focos do mosquito.

O trabalho foi concentrado em bairros considerados prioritários, com ações realizadas diariamente em diferentes regiões da cidade.

Na segunda-feira (3), a ADL foi realizada no Jardim Santa Lídia, Taboão, Bom Clima, Jardim Acácio, Macedo, Jardim Angélica, Pimentas, Jardim São Domingos e Jardim Guilhermino. Também houve fiscalização de pontos estratégicos no Picanço, Jardim Presidente Dutra e Bonsucesso. Denúncias foram verificadas no Lavras e no Centro.

Na terça-feira (4), as equipes intensificaram os trabalhos na Vila Nova Bonsucesso, Jardim Munira, Jardim Fortaleza e Vila Carmela. A avaliação de densidade larvária passou pelo Jardim Santa Cecília, Picanço, Vila Rio de Janeiro, Jardim Jovaia e Paraventi.

Ainda na terça, pontos estratégicos foram vistoriados na Vila Rio de Janeiro, Jardim Paulista, Parque Continental, Cidade Satélite e Jardim Ottawa. As equipes também atenderam denúncias no Jardim Gracinda, Jardim Triunfo, Parque São Miguel e Parque Jurema.

Na quarta-feira (5), foram realizados bloqueios no Jardim Vila Galvão e na Cidade Seródio. A intensificação das ações ocorreu nos bairros Água Chata, Jardim Fortaleza, Jardim Tranquilidade, Vila Carmela e Residencial Bambi. A ADL foi realizada na Vila Bremen e no Jardim Tranquilidade, enquanto pontos estratégicos foram fiscalizados no Jardim Munhoz, Vila São Rafael, Itapegica e Parque Maria Helena.

Na quinta-feira (6), os bloqueios ocorreram na Cidade Seródio e no Parque Industrial Cumbica. As ações de intensificação passaram pelo Jardim Nova Cidade, Jardim Fortaleza e Parque Industrial Cumbica.

Também foram vistoriados pontos estratégicos no Jardim São Geraldo, Jardim Ipanema, Taboão, Água Chata, Jardim Aracília, Vila Izildinha e Vila Laurita. Denúncias sobre possíveis focos foram atendidas no Bom Clima e no Jardim Vila Galvão.

Encerrando a programação da semana, na sexta-feira (7), os bloqueios foram realizados no Jardim Vila Galvão e no Jardim Novo Portugal. A intensificação ocorreu no Jardim Santa Rita e em Água Chata. Pontos estratégicos foram vistoriados na Vila Rio de Janeiro, Vila Nova Bonsucesso e Jardim Ponte Alta, enquanto uma denúncia foi apurada no Jardim Presidente Dutra.

A Secretaria da Saúde reforça que a participação dos moradores é fundamental para evitar a proliferação do *Aedes aegypti*. A orientação é eliminar recipientes que possam acumular água parada e permitir o acesso das equipes de controle de zoonoses aos imóveis quando necessário.

A pasta também destaca a importância de manter a vacinação contra a dengue em dia para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme as orientações da rede de saúde.

As medidas de prevenção ajudam a reduzir a presença do mosquito e contribuem para proteger as famílias e a população de Guarulhos contra as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

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UNG promove vacinação gratuita contra o sarampo em Guarulhos

A Universidade Guarulhos (UNG), por meio do curso de Enfermagem e em parceria com a Prefeitura de Guarulhos, realiza na próxima terça-feira (18) uma ação de vacinação gratuita contra o sarampo. A iniciativa é voltada a estudantes e colaboradores da instituição com idade entre 6 meses e 59 anos.

A vacinação será realizada das 9h às 16h e das 18h às 21h, no Prédio A da UNG, localizado na Praça Tereza Cristina, 88, no Centro de Guarulhos.

A campanha tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal e reforçar a proteção contra o sarampo, independentemente da situação vacinal dos participantes. Segundo a coordenadora do curso de Enfermagem da UNG, Andrea Diniz, a imunização é uma das principais formas de evitar a disseminação do vírus.

“Vacinar-se é um ato de amor a si e ao próximo. De acordo com o Ministério da Saúde, cada infectado pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas não imunes ao seu redor”, afirma.

O sarampo é uma doença infecciosa causada por vírus e apresenta elevado potencial de transmissão. A contaminação ocorre principalmente pelo ar, por meio da respiração, fala, tosse ou espirro de pessoas infectadas. A transmissão pode ocorrer inclusive antes do surgimento dos sintomas.

Entre os principais sinais da doença estão febre, tosse seca, irritação nos olhos, mal-estar intenso e o aparecimento de manchas vermelhas na pele.

Dados divulgados pela Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo em 7 de agosto apontavam 23 casos de sarampo confirmados no estado. Desse total, 20 foram registrados na capital paulista, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Diante dos registros, as ações de vacinação foram intensificadas nos municípios.

Importância da vacinação: Para a professora dos cursos de graduação e pós-graduação em Enfermagem da UNG, Jussara Carvalho dos Santos, a redução das coberturas vacinais aumenta o risco de retorno de doenças que já estiveram controladas em diferentes regiões.

Segundo ela, manter altos índices de imunização é fundamental para impedir a circulação dos vírus e proteger principalmente pessoas que não podem ser vacinadas por determinadas condições de saúde.

“Os esquemas vacinais completos são indispensáveis para erradicar, controlar e prevenir o retorno de doenças infecciosas”, explica.

A professora também destaca que doenças como sarampo e poliomielite tiveram sua circulação reduzida em diferentes regiões graças à vacinação em larga escala. Para evitar novos surtos, no entanto, é necessário manter uma cobertura vacinal elevada.

“Temos que manter a população brasileira vacinada em uma taxa acima de 90% para ter nosso território livre dessas enfermidades”, alerta Jussara.

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